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Atividades da escola para casa

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26 de abril - 2021

Atividades da escola: a tecnologia como um canal para a criatividade

Tempo estimado de leitura: 7 minutos (1434 palavras, 8318 caracteres)

Em tempos de EaD e ensino híbrido – nos quais a tecnologia já é um elemento totalmente entranhado nos processos de aprendizagem – as atividades da escola para casa não precisam consistir apenas em exercícios de perguntas e respostas, sabia? Com a tecnologia “na jogada”, os deveres podem ser bem mais criativos e explorar as possibilidades digitais que existem. Então, aproveite o momento e saia da casinha! 

 

Confira algumas ideias de formatos para os deveres:

 

Vídeos

 

Vídeos trazem diversas possibilidades de atividades da escola para a casa, como por exemplo:

 

  • Migração de exercícios escritos para o formato audiovisual

 

Deveres, muitas vezes, são apenas perguntas sobre o assunto que devem ser respondidas pelo aluno textualmente, não é verdade? Mas que tal fazer isso de diferentes formas? O vídeo é uma delas! O estudante pode responder às perguntas do exercício por meio de uma gravação. Isso pode até ajudá-lo a expressar melhor suas ideias, a ir mais fundo na explicação do que ele iria em respostas por escrito e a exercer protagonismo

 

Além disso, sabemos que transtornos de aprendizagem são comuns nas escolas, e que alunos com dislexia, por exemplo, têm muito mais facilidade em demonstrar seus conhecimentos falando do que escrevendo. Assim, usar também esse formato para as tarefas de casa ajuda a proporcionar uma educação mais inclusiva.

 

  • Vídeos-demonstração

 

E se os exercícios não consistirem em respostas às questões, mas em pequenas produções caseiras? Nesse caso, o professor não passaria perguntas, e sim um tema a ser demonstrado de forma visual. Por exemplo: “demonstre visualmente a aplicação das três leis de Newton”.

 

O aluno poderia fazer pequenos experimentos demonstrando o que está sendo pedido e filmar com o celular, ao mesmo tempo em que fornece explicações orais do que está fazendo. Ele pode até agregar à miniprodução outros elementos além de sua própria filmagem, como imagens e vídeos gratuitos da internet. Tudo isso então teria que ser casado dentro do contexto solicitado.

 

Para a edição do vídeo, há diversos aplicativos gratuitos de celular que podem ser usados de forma intuitiva, sem a necessidade de habilidades técnicas. Provavelmente, muitos dos seus alunos até já os conhecem. Então, que tal experimentar essa ideia e ver como a sua turma se sai?

 


Podcasts

 

Outra ideia para você: que tal explorar o formato de áudio? As atividades da escola para casa também podem ser recebidas na forma de podcast! Nem preciso te lembrar que o público jovem adora isso, né? Além de tudo, é bem fácil de fazer. O aluno só precisa usar o gravador do celular e, no máximo, um app para edição de áudio. Bem tranquilo, não acha?

 

O podcast pode ser feito de algumas formas. Uma opção, por exemplo, é o estudante gravá-lo sozinho, discorrendo sobre o assunto que foi solicitado. Outra, é ele chamar um familiar da própria casa para participar da discussão, o que permitiria fazer um “bate-bola” com o assunto. Essas são algumas possibilidades, mas há mais, basta pensar fora da caixa!

 

Você consegue visualizar o quanto os seus alunos iriam curtir fazer uma atividade assim? É algo que quebra aquela rotina comum do dever de casa. É diferente, empolgante, envolvente, desafiador e favorece o engajamento do estudante. No mínimo, essa ideia merece ser testada ao menos uma vez com a sua turma. Aí então você já saberá se ela rende bons frutos, e se vale a pena seguir com ela ou não!

 

Infográfico

 

Eis aí um outro formato interessante para as atividades da escola para a casa. O aluno também pode demonstrar seus conhecimentos por meio de esquemas visuais e textuais, que são os infográficos! Há diversos assuntos que podem ser abordados em infografias, desde temas históricos até matemáticos.

 

Não pense que isso é trabalhoso demais para um simples dever de casa! O infográfico pode ser simples, e o estudante pode elaborar a parte gráfica dele neste site aqui, que é feito especialmente para criações gráficas de pessoas sem habilidades técnicas em design. O principal trabalho do aluno será esquematizar o assunto de maneira que as imagens e pequenos blocos de texto atuem de forma casada para passar a mensagem desejada. Será uma experiência interessante, não acha?

 

Desenhos digitais ou digitalizados

 

Você sabia que a disciplina de educação artística também pode passar atividades da escola para casa, mesmo no cenário de ensino remoto? Há possibilidades a serem exploradas aí! Afinal, quem disse que arte só pode ser apresentada fisicamente no caderno de desenhos?

 

Uma das alternativas é que o aluno faça as criações normalmente no caderno de desenhos e depois digitalize-as no scanner ou com a câmera do celular. Caso alguns estudantes tenham mesa digitalizadora em casa, o desenho pode ser feito diretamente na tela também. 

 

Ahhh… e não podemos esquecer do velho paint brush, que é um recurso idoso, mas que ainda “dá um belo caldo”. Por ele é possível fazer criações de diversos graus de complexidade, então, serve tanto a crianças quanto a estudantes mais velhos. Ou seja, não é por falta de opções que os seus alunos ficarão sem deveres de artes no ensino remoto!

 

Arquivo com mix de coisas

 

As atividades da escola para casa também podem consistir em um arquivo (PDF/PPT/Forms/etc.) com um mix de formatos! Ele pode ter, por exemplo, questões normais de perguntas e respostas em texto; questões em que a resposta é um áudio; questões em que a resposta é um vídeo curto; etc. Uma salada de frutas só!

 

Como são vários itens em uma só tarefa, nenhum deve ser complexo demais a ponto de demandar uma grande quantidade de tempo para a confecção. O ideal é que o tempo total para o aluno fazer as atividades seja o mesmo que ele gastaria com um dever comum, só que em vez de só escrever, ele demonstra o conhecimento que tem em outros formatos também. Afinal, tudo o que é capaz de quebrar a rotina e despertar o interesse do aluno só vem para somar!

 

Como receber materiais pesados, e de forma organizada?

 

Agora que você já está com a cabeça fervilhando de ideias, chegou a grande questão: como receber os materiais pesados que os alunos enviarão, e ainda fugir da desordem que seria o recebimento por e-mail ou por WhatsApp? É bom pensar nisso né, pois o professor vai receber arquivos de diversos estudantes de todas as turmas que ele dá aula. Haja memória para armazenamento e capacidade de organização, não é? 

 

Na verdade, já existe solução para isso. Pela plataforma que desenvolvemos aqui na ClipEscola, por exemplo, todos os envios e recebimentos de atividades e materiais ocorrem de forma totalmente organizada e sem nenhum consumo de memória, pois utilizamos a tecnologia de armazenamento em nuvem. Nós temos um Ambiente Virtual de Aprendizagem com uma categoria inteira dedicada especialmente às atividades da escola para a casa, sabia? Ela se chama Atividades em Casa

 

Olha só tudo o que dá para fazer por essa categoria:

 

  • Criação de atividades para casa e estabelecimento de prazos de entrega;
  • Envio de atividades e materiais de apoio de forma categorizada por disciplina;
  • Recebimento de atividades feitas pelos alunos em diversos formatos;
  • Armazenamento em nuvem;
  • Estabelecimento de prazos de entrega;
  • Acompanhamento do status de entrega das atividades da turma;
  • Envio de recados digitais aos alunos, que podem ser usados para dar um “toque” nos atrasadinhos.

 

Isso tudo que te falei é só sobre a categoria Atividades em Casa. Imagina então o que não dá para fazer por todo o resto do Ambiente Virtual de Aprendizagem! Na verdade, não precisa imaginar, é só conferir por aqui!

 

Leia mais
– Como potencializar o aprendizado do aluno com materiais de apoio multimídia
– 5 sites com materiais didáticos para as suas aulas

 

Você viu que as atividades da escola para a casa podem ir muito além do “feijão com arroz”, não é? Então ouse e faça diferente!

 

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AUTOR:

Graziela Balardim

A autora é Jornalista, pós-graduada em Produção Multimídia e atua na ClipEscola como Conteudista de Marketing Digital.