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Grupos de pais

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03 de junho - 2019

Grupos de pais: por que é vantagem para as escolas migrá-los do WhatsApp para ferramenta especializada?

Tempo estimado de leitura: 6 minutos (1267 palavras, 7175 caracteres)

Pais de alunos adoram “trocar figurinhas”, não é mesmo? Se não há um canal oficial na escola pelo qual possam fazer isso, geralmente eles mesmos criam um grupo no WhatsApp para trocar fotos dos filhos, informações sobre passeios, combinar confraternizações… e discutir! Em grupos de pais, todos os tipos de informações são trocadas – algumas amistosas, outras nem tanto – e se a escola não tem nenhum controle, as dores de cabeça com certeza virão.

 

É claro que recomendar que esses grupos não sejam criados não é a solução, até porque a escola não tem como impedir. Os pais sentem necessidade de comunicar-se entre si, então encontrarão um meio.

 

Você não sabe o que fazer quanto a isso? Ora, nunca ouviu aquele ditado: “se você não pode com eles, então junte-se a eles?”. Em vez de proibir, facilite a criação de grupos de pais, mas de forma que a escola possa ter controle. Isso pode ser feito com a adoção de ferramenta oficial para a comunicação escolar.

 

Quer ver as vantagens que ela traz para a sua escola em relação aos grupos de pais? Vamos lá:

 

Gestores conseguem monitorar e moderar as conversas

 

A vantagem mais notável da migração dos grupos de pais do WhatsApp para aplicativo de comunicação escolar é a possibilidade de monitoramento e moderação. Vou te explicar. Tudo o que os pais conversam nos grupos pode ser visualizado pelos gestores, e sem que precisem fazer parte deles. E se alguma situação estiver fugindo ao controle dentro do grupo, o gestor pode moderar, eliminando mensagens inadequadas ou desrespeitosas.

 

Hoje, nos grupos de pais do WhatsApp, a escola não tem ideia das mensagens que são trocadas. Se ocorre um desentendimento entre os participantes por divergências políticas, piadas preconceituosas, situações envolvendo os filhos, etc., a instituição só vai tomar ciência do fato se ele se estender para o campo físico – podendo chegar inclusive às vias de fato – o que pode acontecer na hora da saída escolar, em frente a uma plateia de pais. Situações assim são negativas para a imagem da escola e podem ser evitadas se os gestores puderem ver o que está acontecendo no grupo e interferir, eliminando mensagens agressivas já na raiz.

 

O conteúdo trocado também pode ser algo ofensivo ou difamatório em relação à escola ou a algum professor, e é importante que a instituição tenha ciência e possa moderar. O canal oficial de comunicação da escola possibilita isso, o WhatsApp não.

 

Pais mantêm a privacidade do número de celular

 

Em grupos de pais no WhatsApp, o número do celular de todos fica visível para todos. Acontece que nem sempre essa “falta de privacidade” é apreciada por quem está no grupo. Com os números visíveis, um pai pode decidir, por exemplo, ligar para o outro para tratar de algum assunto, e deixá-lo até incomodado. Afinal, nem todas as pessoas gostam de receber ligações, principalmente se estão em horário de trabalho.

 

Algumas vezes, apesar de estar aborrecido com esse tipo de situação, o pai pode não ter coragem de falar diretamente para a outra parte, e pode acabar envolvendo a escola e pedindo que ela faça o “meio de campo”. A instituição acabará assim tendo que resolver uma questão da qual nem tinha ciência.

 

Já nos grupos de pais do canal de comunicação oficial da escola, essa falta de privacidade não acontece. Como todos são cadastrados na plataforma pela própria instituição de ensino, conseguem conversar entre si, mas um não tem acesso ao número do celular do outro.

 


É possível criar subgrupos por interesse

 

Sabe o que mais que dá para fazer dentro de ferramenta especializada para a comunicação escolar? Subgrupos! Sim, existe a possibilidade de formar grupos de pais segmentados por interesse.

 

Por exemplo, alguns pais montaram um time de futebol e precisam de um grupo para conversar sobre assuntos futebolísticos. É só criar um grupo! Outros fazem parte de um conselho de pais, outros são responsáveis por organizar confraternizações, e assim vai. Tudo isso pode ser criado dentro do canal de comunicação oficial da escola, sem a necessidade de recorrer a ferramentas fora do controle da escola, como o WhatsApp.

 

Viu que bacana? Seja qual for a necessidade de interação dos pais, o aplicativo de comunicação escolar supre. É bom para eles e para a instituição de ensino.

 

Gestores conseguem analisar satisfação do público ao longo do tempo

 

Em soluções para a comunicação escolar mais avançadas, como por exemplo a ClipEscola, os gestores poderão contar em breve com o recurso Mapa de Humor, que está em desenvolvimento. Ele analisa as interações que ocorrem nos grupos de pais e descobre se o sentimento deles em relação à escola é de satisfação ou frustração, se há problemas no atendimento, se após algum determinado evento houve algum pico de humor negativo ou positivo, entre outras possibilidades.

 

O recurso usará inteligência artificial para minerar dados e identificar padrões em uma linha do tempo, alertando a escola de situações que ela deve ficar atenta. A instituição conseguirá usar filtros temporais para obter resultados por períodos específicos, e acompanhar desde relatórios gerais do grupo todo até análises mais individualizadas. Haverá também a possibilidade de conferir as conversas que geraram o sinal de alerta.

 

Tal possibilidade não está presente em grupos de pais do WhatsApp, nem na versão tradicional e nem na business. Isso porque esse app não foi desenvolvido para as necessidades de uma instituição de ensino, tampouco traz insights estratégicos para escolas, como a solução desenvolvida para o segmento escolar faz.

 

Então… você precisa de  mais o que para aderir à ideia?

 

Conclusão

 

Grupos de pais vão surgir, e isso é inevitável. Cabe a você decidir se eles serão criados dentro ou fora do controle da sua instituição de ensino. Como você viu, a natureza dos grupos à margem da escola, por si só, já é propícia ao aparecimento de situações problemáticas, que acabarão trazendo transtornos à instituição.

 

Já os grupos de pais criados dentro de ferramenta especializada para a comunicação escolar, além de atuarem em um espaço controlado pela escola, ainda permitem a criação de estratégias inteligentes que medem a satisfação do público e permitem a detecção de sinais de alerta.

 

O que você vai escolher para a sua escola? Deixar que os grupos de pais sejam criados no WhatsApp e torcer para que tudo dê certo ou tomar uma atitude e proteger a escola de potenciais problemas?

 

Se a segunda opção é a sua resposta, dê o primeiro passo aqui.

 


Leia mais
– 7 dos maiores problemas de grupos de WhatsApp em escolas e como resolvê-los
– 5 dores das comunicações escolares que o WhatsApp Business não cura

 


A sua escola já enfrentou problemas com grupos de pais no WhatsApp? Comente aqui!

 

Infográfico - Comunicação eficiente

 

AUTOR:

Graziela Balardim

A autora é Jornalista, pós-graduada em Produção Multimídia e atua na ClipEscola como Conteudista de Marketing Digital.