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Avaliação Diagnóstica

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23 de maio - 2022

Avaliação diagnóstica: o que é e como aplicá-la nas escolas

Tempo estimado de leitura: 7 minutos (1355 palavras, 7709 caracteres)

Começar a aprender um conteúdo sem ter o domínio de assuntos anteriores da mesma disciplina é algo complicado. Não há uma base sólida para o novo aprendizado se firmar, sobretudo quando um conhecimento depende do outro. Por esse motivo, existe a avaliação diagnóstica. É com ela que o professor descobrirá o que o aluno não sabe e o que ele precisa aprender para poder avançar.

 

Vamos entender um pouquinho mais sobre esse assunto? Venha comigo!

 

O que é a avaliação diagnóstica?

 

A avaliação diagnóstica é uma análise que é realizada por todos os professores – geralmente no início do ano letivo – para identificar o acumulado de conhecimentos do aluno sobre a matéria e detectar se há algum conteúdo que ele não domina e que precisa ser reforçado para que consiga acompanhar os novos ensinamentos que virão.

 

Essa avaliação, é claro, não resulta em notas, pois esse não é o objetivo. Sua aplicação serve apenas para que o professor tenha um panorama do nível de conhecimento do estudante, e também da turma como um todo, sobre a sua matéria. Assim poderá traçar estratégias, em conjunto com o coordenador pedagógico, para solucionar as questões identificadas.

 

Qual é a diferença entre avaliação diagnóstica, formativa e somativa?

 

Além da avaliação diagnóstica, há também a formativa e a somativa. A diagnóstica, como você viu no tópico anterior, é aplicada no início de um novo ciclo de aprendizagem (como o início do ano) e serve para entender as bases de conhecimento que o aluno já possui antes de receber novos ensinamentos.

 

Já na avaliação formativa, o foco está no desenrolar do processo de aprendizagem. O objetivo é acompanhar a evolução do aluno no ensino. Assim como a diagnóstica, ela também é qualitativa, então, não atribui uma nota ao desempenho do estudante. É usada como instrumento de ensino e de avaliação ao mesmo tempo. É aplicada por meio de exercícios, atividades, debates, dinâmicas, análise do caderno de aprendizagens (caderno do aluno) etc.

 

Por fim, temos a avaliação somativa. Diferentemente das duas primeiras, essa tem caráter quantitativo. Ela é realizada ao final de um período de aprendizagem e considera apenas o resultado final, medindo o conhecimento do aluno e atribuindo a ele uma nota. Os resultados têm o intuito de classificação. Ao final, a média dos resultados definirá se o estudante passará de ano ou não.

 

Percebeu a diferença entre as três? Viu como os objetivos são bem diferentes? Juntas, elas se complementam, e mostram realmente qual é o nível de conhecimento do aluno. Então, embora a avaliação somativa seja oficialmente a que classifica o estudante para o ano seguinte, às vezes, as outras também podem ser consideradas em conselhos de classe, pesando para que o conselho passe o aluno de ano mesmo sem a nota necessária.

 

 

Como aplicar a avaliação diagnóstica?

 

A avaliação diagnóstica é aplicada por todos os professores, geralmente sem que o aluno esteja ciente de que está sendo avaliado. Há vários formatos que os docentes podem usar para identificar se o estudante tem os requisitos necessários para os novos ensinamentos que virão. Alguns deles são:

 

  • Exercícios
  • Debates
  • Entrevista com o aluno
  • Análise do histórico escolar
  • Redações
  • Simulações
  • Questionários
  • Dinâmica de grupos

 

Cada docente achará o formato que mais faz sentido para as informações que ele quer descobrir. Para um professor de matemática, por exemplo, os exercícios podem ser a melhor opção. Já para um de história, os debates talvez se encaixem melhor. É possível também mesclar mais de um desses formatos para investigar mais a fundo a base de conhecimentos que o estudante já possui sobre a matéria.

 

O que fazer com o resultado da avaliação diagnóstica?

 

Ahaaaa… agora você chegou ao X da questão. Não vale de nada saber que o estudante está com defasagem na aprendizagem se nada for feito para corrigir essa situação, concorda? Então, muito bem. Vamos falar de estratégias!

 

Quando fica constatado que o aluno não sabe tudo o que deveria saber para evoluir nos estudos, ou então, que a turma inteira está atrasada, faz-se necessário ajustes no programa de ensino, ou mesmo intervenções pedagógicas específicas. Nesse sentido, alguns instrumentos podem ser utilizados:

 

  • Aulas de reforço online

 

Podem ser aplicadas para a turma toda ou para alunos específicos, dependendo do que for descoberto na avaliação diagnóstica. Nelas, é possível trabalhar com os assuntos que os estudantes já deveriam dominar, mas que de fato não dominam. Como esse reforço ocorre fora do horário de aula, a programação normal não é impactada.

 

  • Materiais e exercícios de reforço

 

Outra estratégia é a disponibilização de materiais que tratam especificamente da parte do conteúdo que o aluno ainda não domina, e de exercícios que ele possa realizar e devolver para a correção do professor. Nesse caso, é essencial que os pais se envolvam, e que ajudem a escola a garantir que o estudante tenha o contato de que necessita com esses conteúdos e que realize os exercícios.

 

  • Reformulação dos planos de aula

 

Se a avaliação diagnóstica constatar que o atraso nos estudos é generalizado, uma estratégia possível é a reformulação dos planos de aula, abrindo um espaço para a revisão de conteúdos anteriores que não foram bem fixados pelos alunos.

 

Como a ClipEscola pode ajudar

 

Nós da ClipEscola podemos ajudar a sua instituição a aplicar algumas das estratégias para a(s) correção(ões) de rota(s) necessária(s), conforme o que for identificado pela avaliação diagnóstica. A Plataforma de Transformação Digital que desenvolvemos traz recursos que colaboram para a realização das ações.

 

O primeiro deles é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Ele conta com salas de aula virtuais para transmissões ao vivo, então, todas as aulas de reforço podem ocorrer por ali. Ahhh…e se a sua escola preferir enviar aulas gravadas, dá também! 

 

Quanto aos materiais didáticos, eles podem ser disponibilizados aos alunos facilmente pelo AVA, e de forma categorizada por disciplina! Nossa plataforma suporta arquivos em diversos formatos, e o peso deles não é um problema, pois temos armazenamento em nuvem. Para os estudantes é uma beleza, pois não consome memória do celular e nem do computador deles.

 

Sabe do que mais? Até os exercícios podem ser feitos pelo AVA. O professor pode criá-los no nosso Forms e os alunos os respondem de maneira online. Atividades em outros formatos também podem ser feitas e entregues ao educador pela plataforma. Inclusive, ela permite a definição de prazos e o acompanhamento do status das entregas. Show de bola, né? Confira tudo sobre o nosso AVA neste infográfico.

 

Tem mais! Nossa solução possui também a agenda digital mais completa do mercado. Por ela, a sua instituição consegue ter uma comunicação eficiente com os pais e responsáveis, algo extremamente importante para o acompanhamento das atividades. Veja mais informações sobre a agenda por este material.

 

Leia mais
– Aulas de reforço virtuais: ajuda para os alunos e diferencial para a escola
– Como criar planos de estudos para melhorar o desempenho dos alunos

 

Viu como a avaliação diagnóstica tem um papel importante? Se precisar de ajuda com as estratégias depois, pode contar com a Clip!

 

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AUTOR:

Graziela Balardim

A autora é Jornalista, pós-graduada em Produção Multimídia e atua na ClipEscola como Conteudista de Marketing Digital.